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domingo, 26 de dezembro de 2010

Primeira Leitura




Deus honra o pai nos filhos e confirma, sobre eles, a autoridade da mãe.  Quem honra seu pai intercederá pelos pecados, * { evitará cair neles e será ouvido na oração quotidiana.  Quem respeita sua mãe é como alguém que ajunta tesouros. Quem honra seu pai terá alegria em seus próprios filhos; e, no dia em que orar, será atendido.   Não te glories da injúria sofrida por teu pai, pois não é glória para ti a sua afronta.  A glória de cada um vem da honra de seu pai, e é uma desonra para o filho a mãe desprezada.   Filho, ampara a velhice de teu pai e não lhe causes desgosto enquanto vive.
Feliz quem teme o SENHOR e segue seus caminhos.     Viverás do trabalho de tuas mãos,viverás feliz e satisfeito.        Tua esposa será como uma vinha fecunda no interior de tua casa; teus filhos, como brotos de oliveira ao redor de tua mesa. Assim será abençoado o homem que respeita o SENHOR.   De Sião o SENHOR te abençoe! Possas  ver Jerusalém feliz todos os dias de tua vida.

domingo, 12 de dezembro de 2010

Primeira Leitura





Alegrem-se o deserto e a terra seca, dance o chão duro, florido como a palma.         Que se cubra de flores, dance e comemore, pois Deus lhe deu o esplendor do Líbano, a beleza do Carmelo e do Saron. Eles hão de ver a glória do SENHOR, a majestade do nosso Deus.    Fortalecei esses braços cansados, firmai os joelhos vacilantes.    Dizei aos aflitos: “Coragem! Nada de medo! Aí está o vosso Deus, é a vingança que chega, é o pagamento de Deus, ele vem para vos salvar!” Então, os olhos dos cegos vão se abrir e abrem-se também os ouvidos dos surdos. Então os aleijados vão pular como cabritos e a língua dos mudos entoará um cântico, porque águas vão correr no deserto, rios na terra seca.         Os que foram resgatados pelo SENHOR voltarão e chegarão a Sião cantando louvores, cobertos de alegria sem fim. Alcançaram a felicidade e o prazer, a dor e a tristeza foram-se embora.  

sábado, 27 de novembro de 2010

Primeira Leitura





Ele mostrou-me um rio de água vivificante, o qual brilhava como cristal. O rio brotava do trono de Deus e do Cordeiro.    No meio da praça e em ambas as margens do rio cresce a árvore da vida, frutificando doze vezes por ano, produzindo cada mês o seu fruto, e suas folhas servem para curar as nações.  Já não haverá maldição alguma. Na cidade estará o trono de Deus e do Cordeiro e seus servos poderão prestar-lhe culto.  Verão a sua face e o seu nome estará sobre suas frontes. Não haverá mais noite: não se precisará mais da luz da lâmpada, nem da luz do sol, porque o Senhor Deus vai brilhar sobre eles e eles reinarão por toda a eternidade.     Então ele me disse: “Estas palavras são dignas de fé e verdadeiras, pois o Senhor, o Deus que inspira os profetas, enviou o seu Anjo, para mostrar aos seus servos o que deve acontecer muito em breve. Eis que eu venho em breve. Feliz aquele que observa as palavras da profecia deste livro”.

domingo, 5 de setembro de 2010

Primeira Leitura



Primeira Leitura Sab:9,13-18

Pois qual é o homem que pode conhecer o projeto de Deus? ou quem poderia imaginar o que pretenda o Senhor? Na verdade, os pensamentos dos mortais são tímidos e nossas providências incertas:  porque o corpo corruptível torna pesada a alma e a morada terrena oprime a mente que pensa em tantas coisas. Mal podemos conhecer o que há na terra, e a muito custo compreendemos o que está ao alcance de nossas mãos; quem, portanto, rastreará o que há nos céus? Quem, pois, conheceria o teu projeto, se não lhe desses a Sabedoria e do alto enviasses o teu santo Espírito? Só assim se tornaram retos os caminhos dos que estão sobre a terra, os homens aprenderam o que te agrada e, pela Sabedoria, foram salvos”.

Salmo Responsorial  Sal:90,3-4; Sal:90,5-6; Sal:90,12-13; Sal:90,14; Sal:90,17 
     
A  teus olhos, mil anos são como o dia de ontem que passou, como um turno de vigília na noite. Tu os mergulhas no sono; são como a erva que brota de manhã: de manhã brota, germina, de tarde murcha e seca.  Ensina-nos a contar nossos dias e assim teremos um coração sábio.   Volta-te, SENHOR, até quando? Tem compaixão dos teus servos! Sacia-nos de manhã com tua graça, para exultarmos de alegria pela vida afora. Esteja sobre nós a bondade do Senhor, nosso Deus. A obra de nossas mãos confirma para nós.

Segunda Leitura Flm:1,9-10; Flm:1,12-17

Prefiro apelar ao teu amor. Eu, Paulo, na condição de idoso e, agora, também, prisioneiro no Cristo Jesus, faço-te um pedido em favor do meu filho Onésimo, a quem gerei na prisão. Eu o estou mandando de volta para ti: ele é como que o meu próprio coração. Gostaria de retê-lo junto de mim, para que, em teu lugar, ele me servisse, enquanto carrego estas correntes por causa do evangelho. Mas não quis fazer nada sem o teu acordo, para que o teu benefício não pareça forçado, e sim, espontâneo. Talvez Onésimo foi afastado de ti por algum tempo, precisamente para que o recebas de volta para sempre: agora, não mais como escravo, mas muito mais do que isto, como irmão querido; querido especialmente por mim, e muito mais por ti, não só segundo a carne, mas sobretudo no Senhor! Se, pois, me tens como companheiro, recebe-o como se fosse a mim mesmo.

Evangelho Lc:14,25-33

Grandes multidões acompanhavam Jesus. Voltando-se, ele lhes disse: “Se alguém vem a mim, mas não me prefere a seu pai e sua mãe, sua mulher e seus filhos, seus irmãos e suas irmãs, e até à sua própria vida, não pode ser meu discípulo. Quem não carrega sua cruz e não caminha após mim, não pode ser meu discípulo. De fato, se algum de vós quer construir uma torre, não se senta primeiro para calcular os gastos, para ver se tem o suficiente para terminar?  Caso contrário, ele vai pôr o alicerce e não será capaz de acabar. E todos os que virem isso começarão a zombar: ‘Este homem começou a construir e não foi capaz de acabar! ’ Ou ainda: um rei que sai à guerra contra um outro não se senta primeiro e examina bem se com dez mil homens poderá enfrentar o outro que marcha contra ele com vinte mil? Se ele vê que não pode, envia uma delegação, enquanto o outro ainda está longe, para negociar as condições de paz. Do mesmo modo, portanto, qualquer um de vós, se não renunciar a tudo o que tem, não pode ser meu discípulo!

segunda-feira, 30 de agosto de 2010

Primeira Leitura

Primeira Leitura

1Cor:2,1-5
Irmãos, quando fui até vós anunciar-vos o mistério de Deus, não recorri à oratória ou ao prestígio da sabedoria.
Pois, entre vós, não julguei saber coisa alguma, a não ser Jesus Cristo, e este, crucificado.
Aliás, estive junto de vós com fraqueza e receio, e com muito tremor.
Também a minha palavra e a minha pregação não se apoiavam na persuasão da sabedoria, mas eram uma demonstração do poder do Espírito,  para que a vossa fé se baseasse no poder de Deus e não na sabedoria humana.

Salmo Responsorial
Sal:119,97; Sal:119,98; Sal:119,99; Sal:119,100; Sal:119,101; Sal:119,102

Quanto amo a tua lei; passo o dia todo a meditá-la.
Teu preceito me faz mais sábio que meus inimigos, porque sempre me acompanha.
Sou mais sábio que todos os meus mestres, porque medito teus testemunhos.
Entendo mais que os anciãos, porque observo teus preceitos.
Preservei meus pés de todo mau caminho, para guardar tua palavra.
Não me afasto de tuas normas, porque és tu que me instruis.

Evangelho
Lc:4,16-30

Foi então a Nazaré, onde se tinha criado. Conforme seu costume, no dia de sábado, foi à sinagoga e levantou-se para fazer a leitura.
Deram-lhe o livro do profeta Isaías. Abrindo o livro, encontrou o lugar onde está escrito:
“O Espírito do Senhor está sobre mim, pois ele me consagrou com a unção, para anunciar a Boa Nova aos pobres: enviou-me para proclamar a libertação aos presos e, aos cegos, a recuperação da vista; para dar liberdade aos oprimidos  e proclamar um ano de graça da parte do Senhor”.
Depois, fechou o livro, entregou-o ao ajudante e sentou-se. Os olhos de todos, na sinagoga, estavam fixos nele.
Então, começou a dizer-lhes: “Hoje se cumpriu esta passagem da Escritura que acabastes de ouvir.”
Todos testemunhavam a favor dele, maravilhados com as palavras cheias de graça que saíam de sua boca. E perguntavam: “Não é este o filho de José”?
Ele, porém, dizia: “Sem dúvida, me citareis o provérbio: ‘Médico, cura-te a ti mesmo’. Tudo o que ouvimos dizer que fizeste em Cafarnaum, faze também aqui, na tua terra!”
E acrescentou: “Em verdade, vos digo que nenhum profeta é bem recebido na sua própria terra.
Ora, a verdade é esta que vos digo: no tempo do profeta Elias, quando não choveu durante três anos e seis meses e uma grande fome atingiu toda a região, havia muitas viúvas em Israel.
No entanto, a nenhuma delas foi enviado o profeta Elias, senão a uma viúva em Sarepta, na Sidônia.
E no tempo do profeta Eliseu, havia muitos leprosos em Israel, mas nenhum deles foi curado, senão Naamã, o sírio”.
Ao ouvirem estas palavras, na sinagoga, todos ficaram furiosos.
Levantaram-se e o expulsaram da cidade. Levaram-no para o alto do morro sobre o qual a cidade estava construída, com a intenção de empurrá-lo para o precipício.
Jesus, porém, passando pelo meio deles, continuou o seu caminho.

sábado, 28 de agosto de 2010

Mt:25,14-30 Primeira Leitura


O Reino dos Céus é também como um homem que ia viajar para o estrangeiro. Chamou os seus servos e lhes confiou os seus bens:  a um, cinco talentos, a outro, dois e ao terceiro, um — a cada qual de acordo com sua capacidade. Em seguida viajou.
O servo que havia recebido cinco talentos saiu logo, trabalhou com eles e lucrou outros cinco.
Do mesmo modo, o que havia recebido dois lucrou outros dois.
Mas aquele que havia recebido um só, foi cavar um buraco na terra e escondeu o dinheiro do seu senhor.
Depois de muito tempo, o senhor voltou e foi ajustar contas com os servos.
Aquele que havia recebido cinco talentos entregou-lhe mais cinco, dizendo: ‘Senhor, tu me entregaste cinco talentos. Aqui estão mais cinco que lucrei’.
O senhor lhe disse: ‘Parabéns, servo bom e fiel! Como te mostraste fiel na administração de tão pouco, eu te confiarei muito mais. Vem participar da alegria do teu senhor! ’
Chegou também o que havia recebido dois talentos e disse: ‘Senhor, tu me entregaste dois talentos. Aqui estão mais dois que lucrei’.
O senhor lhe disse: ‘Parabéns, servo bom e fiel! Como te mostraste fiel na administração de tão pouco, eu te confiarei muito mais. Vem participar da alegria do teu senhor! ’
Por fim, chegou aquele que havia recebido um só talento, e disse: ‘Senhor, sei que és um homem severo, pois colhes onde não plantaste e ajuntas onde não semeaste.
Por isso fiquei com medo e escondi o teu talento no chão. Aqui tens o que te pertence’.
O senhor lhe respondeu: ‘Servo mau e preguiçoso! Sabias que eu colho onde não plantei e que ajunto onde não semeei.
Então devias ter depositado meu dinheiro no banco, para que, ao voltar, eu recebesse com juros o que me pertence’.
Em seguida, o senhor ordenou: ‘Tirai dele o talento e dai àquele que tem dez!
Pois a todo aquele que tem será dado mais, e terá em abundância, mas daquele que não tem, até o que tem lhe será tirado.
E quanto a este servo inútil, lançai-o fora, nas trevas. Ali haverá choro e ranger de dentes! ’

quarta-feira, 4 de agosto de 2010

Primeira Leitura - 04/08/2010

Primeira Leitura


Jer:31,1-7
Naquele tempo — oráculo do SENHOR —, eu serei o Deus de todas as tribos de Israel e eles serão o meu povo.
Assim diz o SENHOR: “Um povo de sobreviventes da espada encontra carinho no deserto. É Israel a caminho do lugar do seu repouso!  lá de longe o SENHOR lhe apareceu: “Eu te amo com amor de eternidade; por isso, guardo por ti tanta ternura!
Vou reconstruir-te, serás restaurada, virgem Israel. De novo pegarás o pandeiro e sairás dançando alegremente.
De novo plantarás vinhedos nos morros da Samaria; e os mesmos que plantarem eles mesmos colherão.
Dia virá quando os guardas vão gritar nas montanhas de Efraim: ‘De pé! Vamos até Sião, à procura do SENHOR, nosso Deus! ’
Assim diz o SENHOR: Aclamai a Jacó alegremente, cantai hinos à primeira das nações! Soltai a voz! Cantai! Dizei: ‘SENHOR, salva teu povo, o que restava de Israel! ’

Salmo Responsorial
Jer:31,10; Jer:31,11-12; Jer:31,13

Ouvi, nações, a palavra do SENHOR, anunciai às terras distantes; dizei: ‘Aquele mesmo que dispersou Israel vai reuni-lo novamente e dele cuidará qual pastor do seu rebanho. ’
Pois o SENHOR libertou Jacó, livrou-o do poder de outro mais forte.
Virão festejar nas alturas de Sião, comemorar os benefícios do SENHOR: trigo, vinho, azeite e crias das ovelhas e do gado. Cheios de vida como horta irrigada, ninguém mais vai desfalecer.
A jovem dançará alegremente, e o jovem e o velho também acompanham! “Seu luto mudarei em festa, vou consolá-los, alegrarei sua tristeza.

Evangelho
Mt:15,21-28

Partindo dali, Jesus foi para a região de Tiro e Sidônia.
Uma mulher cananéia, vinda daquela região, pôs-se a gritar: “Senhor, filho de Davi, tem compaixão de mim: minha filha é cruelmente atormentada por um demônio!”
Ele não lhe respondeu palavra alguma. Seus discípulos aproximaram-se e lhe pediram: “Manda embora essa mulher, pois ela vem gritando atrás de nós”.
Ele tomou a palavra: “Eu fui enviado somente às ovelhas perdidas da casa de Israel”.
Mas a mulher veio prostrar-se diante de Jesus e começou a implorar: “Senhor, socorre-me!”
Ele lhe disse: “Não fica bem tirar o pão dos filhos para jogá-lo aos cachorrinhos”.
Ela insistiu: “É verdade, Senhor; mas os cachorrinhos também comem as migalhas que caem da mesa de seus donos!”
Diante disso, Jesus respondeu: “Mulher, grande é tua fé! Como queres, te seja feito!” E a partir daquela hora, sua filha ficou curada.

terça-feira, 3 de agosto de 2010

Primeira Leitura - 03/08/2010

Primeira Leitura


Palavra do SENHOR que veio a Jeremias:
Assim fala o SENHOR, o Deus de Israel: Escreve em rolo de papiro o que vou te dizer.

Assim fala o SENHOR: É incurável a tua fratura, muito grave, o teu ferimento.
Não há advogado para a tua causa. Se há remédio para alguma ferida, para ti não existe curativo.
Os teus amantes todos te esqueceram, já não te procuram mais. Eu te agredi como se fosses inimigo, foi cruel o castigo que te dei, por causa da multidão de tuas culpas, pela dureza dos teus pecados.
Por que gritas pela pancada que sofreste? Incurável é tua dor! Foi por causa da multidão de tuas culpas, pela dureza dos teus pecados, que te fiz tudo isso.
Assim diz o SENHOR: Agora mudo o destino das tendas de Jacó, terei compaixão da sua morada; uma cidade será edificada em cima do montão de ruínas e no lugar apropriado ficará o palácio.
De lá hão de brotar cânticos de ação de graças, hinos de louvor é o que lá se ouvirá. Vou multiplicá-los para não mais diminuírem, vou glorificá-los para nunca mais serem humilhados.
Os seus filhos serão como antigamente, comunidade de pé na minha presença; terei castigado os seus opressores.
Então, o dirigente será um deles, do seu meio sairá seu governante. Farei que ele venha, que se achegue, pois quem tem coragem de se aproximar de mim? — oráculo do SENHOR.
Sereis o meu povo, serei o vosso Deus!

Salmo Responsorial

As nações temerão o nome do SENHOR, e todos os reis da terra a tua glória,  quando o SENHOR reconstruir Sião, e aparecer na sua glória;  ele ouvirá a prece do desamparado e não rejeitará sua súplica.
Que isto seja escrito para a geração futura, e um povo regenerado celebre o Senhor.
Pois o SENHOR se inclinou do seu alto santuário, dos céus olhou para a terra, para ouvir os gemidos dos cativos e libertar os condenados a morrer,  para que o nome do SENHOR seja celebrado em Sião, e seu louvor em Jerusalém,  quando se reunirem todos os povos e reinos para servir ao SENHOR.
Os filhos dos teus servos terão uma morada segura, e sua descendência se perpetuará diante de ti.

Evangelho

Mt:14,22-36

Logo em seguida, Jesus mandou que os discípulos entrassem no barco e fossem adiante dele para o outro lado do mar, enquanto ele despediria as multidões.
Depois de despedi-las, subiu à montanha, a sós, para orar. Anoiteceu, e Jesus continuava lá, sozinho.
O barco, entretanto, já longe da terra, era atormentado pelas ondas, pois o vento era contrário.
Nas últimas horas da noite, Jesus veio até os discípulos, andando sobre o mar.
Quando os discípulos o viram andando sobre o mar, ficaram apavorados e disseram: “É um fantasma”. E gritaram de medo.
Mas Jesus logo lhes falou: “Coragem! Sou eu. Não tenhais medo!”
Então Pedro lhe disse: “Senhor, se és tu, manda-me ir ao teu encontro, caminhando sobre a água.”
Ele respondeu: “Vem!” Pedro desceu do barco e começou a andar sobre a água, em direção a Jesus.
Mas, sentindo o vento, ficou com medo e, começando a afundar, gritou: “Senhor, salva-me!”
Jesus logo estendeu a mão, segurou-o e lhe disse: “Homem de pouca fé, por que duvidaste?”
Assim que subiram no barco, o vento cessou.
Os que estavam no barco ajoelharam-se diante dele, dizendo: “Verdadeiramente, tu és o Filho de Deus!”
Após a travessia, aportaram em Genesaré.
Os habitantes daquele lugar reconheceram Jesus e espalharam a notícia por toda a região. Então levaram a ele todos os doentes;  suplicavam que pudessem ao menos tocar a franja de seu manto. E todos os que tocaram ficaram curados.