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quarta-feira, 25 de agosto de 2010

JEREMIAS 24

Fez-me o Senhor ver, e vi dois cestos de figos, postos diante do templo do Senhor. Sucedeu isso depois que Nabucodonozor, rei de Babilônia, levara em cativeiro a Jeconias, filho de Jeoiaquim, rei de Judá, e os príncipes de Judá, e os carpinteiros, e os ferreiros de Jerusalém, e os trouxera a Babilônia.
Um cesto tinha figos muito bons, como os figos temporãos; mas o outro cesto tinha figos muito ruins, que não se podiam comer, de ruins que eram.
E perguntou-me o Senhor: Que vês tu, Jeremias? E eu respondi: Figos; os figos bons, muito bons, e os ruins, muito ruins, que não se podem comer, de ruins que são.
Então veio a mim a palavra do Senhor, dizendo:
Assim diz o Senhor, o Deus de Israel: Como a estes bons figos, assim atentarei com favor para os exilados de Judá, os quais eu enviei deste lugar para a terra dos caldeus.
Porei os meus olhos sobre eles, para seu bem, e os farei voltar a esta terra. Edificá-los-ei, e não os demolirei; e plantá-los-ei, e não os arrancarei.
E dar-lhes-ei coração para que me conheçam, que eu sou o Senhor; e eles serão o meu povo, e eu serei o seu Deus; pois se voltarão para mim de todo o seu coração.
E como os figos ruins, que não se podem comer, de ruins que são, certamente assim diz o Senhor: Do mesmo modo entregarei Zedequias, rei de Judá, e os seus príncipes, e o resto de Jerusalém, que ficou de resto nesta terra, e os que habitam na terra do Egito; eu farei que sejam espetáculo horrendo, uma ofensa para todos os reinos da terra, um opróbrio e provérbio, um escárnio, e uma maldição em todos os lugares para onde os arrojarei.
E enviarei entre eles a espada, a fome e a peste, até que sejam consumidos de sobre a terra que lhes dei a eles e a seus pais.

quarta-feira, 21 de julho de 2010

Jeremias 1


Palavra de Jeremias, filho de Helcias, um dos sacerdotes de Anatot, região de Benjamim,
Veio a mim a palavra do SENHOR:
“Antes de formar-te no seio de tua mãe, eu já te conhecia, antes de saíres do ventre, eu te consagrei e te fiz profeta para as nações”.
Eu respondi: “Ah! Senhor DEUS, não sei falar, sou uma criança”.
O SENHOR me respondeu: “Não digas: ‘Sou uma criança’, pois a quantos eu te enviar irás, e tudo o que eu te mandar dizer, dirás.
Não tenhas medo deles, pois estou contigo para defender-te” — oráculo do Senhor.
O SENHOR estendeu a mão, tocou-me a boca e disse: “Eu ponho minhas palavras na tua boca. Não tenhas medo deles, senão eu é que te farei tremer diante deles.
Vê: hoje eu te coloco contra nações e reinos, para arrancar e para derrubar, devastar e destruir, para construir e para plantar”.

sábado, 3 de julho de 2010

Jeremias 18, 1-23


Parábola do oleiro

1. Palavra do SENHOR a Jeremias:
2. “Vem, desce até a casa do oleiro, que ali te farei ouvir a minha palavra”.
3. Desci até a casa do oleiro e lá estava ele executando um trabalho na roda.
4. O objeto que fazia de barro se estragou na mão do oleiro. Ele fez um outro objeto conforme lhe pareceu mais conveniente.
5. Foi então que veio a mim a palavra do SENHOR:
6. “Será que não posso agir convosco, casa de Israel, da forma como fez esse oleiro? — oráculo do SENHOR. Pois como o barro na mão do oleiro, assim estais vós em minha mão, casa de Israel.
7. Quando falo contra nações e reinos, arrancando, derrubando e destruindo,
8. e aquela nação volta atrás das maldades que eu havia denunciado, desisto das desgraças que havia planejado contra ela.
9. Quando falo sobre uma nação ou reino, construindo e plantando,
10. e ela pratica o que a meu ver é crime e não obedece à minha palavra, então eu desisto do bem que lhe havia prometido.
11. Agora, pois, dize aos senhores de Judá e aos cidadãos de Jerusalém: Assim diz o SENHOR: Vejam que estou modelando uma desgraça contra vós, tramando contra vós um plano. E, então, cada qual volte atrás do seu mau caminho, melhore o modo de viver e de agir”.
12. Eles, porém, responderam: “Tempo perdido! Vamos continuar seguindo nossas idéias, cada um vai agir de acordo com seu coração endurecido e perverso”.

"O meu povo me esqueceu"

13. Por isso, assim diz o SENHOR: “Perguntai entre os gentios se jamais alguém ouviu uma coisa destas: horrores tão grandes como praticou a virgem Israel.
14. Será que a neve do Líbano algum dia se afasta da rocha? A água que corre fria seca na fonte?
15. Mas o meu povo me esqueceu e foi incensar à Tolice. Tropeçam por suas estradas, traçados antigos, vão andando por trilhas, caminhos não abertos,
16. fazendo da sua terra uma solidão, objeto de caçoada sem fim. Quem por aí passa fica impressionado e sacode a cabeça.
17. Com um vento do oriente vou dispersa-los, na frente do inimigo. No dia da destruição Hei de mostrar-lhes as costas, não o rosto”.
O profeta perseguido

18. Eles disseram: “Vamos armar um plano contra Jeremias. Não nos há de faltar a instrução do sacerdote, nem o conselho do sábio, nem a palavra do profeta. Vamos massacrá-lo com a língua e deixar de dar ouvidos à sua palavra”.
19. Dá-me ouvido, ó SENHOR, ouve o que dizem meus adversários.
20. Vão pagar o bem com o mal! Cavaram um buraco para eu cair. Lembra-te de que intercedi junto de ti, para falar coisas boas em favor deles e afastar deles a tua ira.
21. Por isso, leva os filhos deles para a fome, e quanto a eles, entrega-os à espada. Fiquem suas esposas sem maridos e sem filhos. Os maridos morram trucidados, os jovens, feridos à espada na guerra.
22. De suas casas surjam gritos de socorro, pois de repente fizeste entrar os invasores, porque fizeram um buraco para me pegar, e para os meus pés armaram um laço.
23. Tu, SENHOR, bem conheces os planos deles para me matar. Não acobertes as culpas deles, não apagues de tua presença os seus pecados. Sejam derrubados na tua presença, age com eles na hora de tua ira.

quarta-feira, 16 de junho de 2010

Jeremias 8, 18-23

Lamento do profeta


Minha alegria deu lugar a tristeza que sobre mim se abateu, meu coração está depremido. Vindo de uma terra distante este é o grito de socorro da filha de meu povo: "Será que o Senhor não está mais em Sião? O Rei de Sião não está lá?"
"Mas por que me fizeram perder a paciência com seus ídolos, ilusões estrangeiras?"
"Passou colheita, terminou o verão, e nós não fomos salvos!"
Eu também fui ferido com a mesma ferida da filha do meu povo, fiquei deprimido, a solidão me aguarrou.
Não há bálsamo em Galaad? Não há médico?
Por que, então, não tem continuidade a cura da filha do meu povo?
Quem poderia transformar minha cabeça em agua, fazer dos meus olhos uma fonte de lagrimas, para eu chorar dia e noite os mortos da filha do meu povo! 

Jeremias 18, 8-23

Parábola do oleiro


Palavra do Senhor a Jeremias: Vem, desce até a casa do oleiro, que ali te farei ouvir minha palavra. Desci até a casa do oleiro, que ali te farei ouvir a  conforme lhe pareceuminha palavra. Desci até a casa do oleiro e lá estava ele executando um trabalho na roda. O vaso que oleiro fabricava de barro se estragou em sua mão. Ele fez um outro objeto conforme lhe pareceu mais conviniente. Foi então que veio a mim a palavra do Senhor: Será que não posso agir convosco, casa de Israel, da forma como fez esse oleiro?
Oráculo do Senhor - Pois como o barro na mão do oleiro, assim estais vós em minha mão, casa de Israel. Quando falo contra nações e reinos, arrancando, derrubando e destruindo,
E aquela nação volta atrás das maldades que eu havia denunciado, desisto das desgraças que havia planejado contra ela. Quando falo sobre uma nação ou reino, construindo e plantando, e ela pratica o que meus olhos é crime e não obedece à minha palavra, então eu desisto do bem que lhe havia prometido. Agora pois, dize aos senhores de Judá e aos cidadãos de Jerusalém: Assim diz o Senhor: Vejam que estou modelando uma desgraça contra vós, tramando contra vós um plano. E, então, cada qual volte atrás do seu mau caminho, melhore o modo de viver e de agir. Eles, porém, responderam: Tempo perdido! Vamos continuar seguindo nossas idéias, cada um vai agir de acordo com seu coração endurecido e perverso.

O meu povo me esqueceu


Por isso, assim diz o Senhor: Perguntai os se jamais alguém entre os gentios se jamais alguém ouviu uma coisa destas: horrores tão grandes como praticou a virgem Israel.
Será que a neve do Líbano algum dia se afasta da rocha? A água que corre fria seca na fonte? Mas o meu povo me esqueceu e foi incensar à Tolice.
Tropeçam por suas estradas, traçados antigos, vão andando por trilhas, caminhos não abertos, fazendo da sua terra uma solidão, objeto de caçoada sem fim.
Quem por aí passa fica impressionado e sacode a cabeça.
Como um vento do oriente vou dispersa-los, na frente do inimigo.
No dia da destruição Hei de mostra-lhes as costas, não o rosto.