sexta-feira, 29 de julho de 2011

Santa Rita



“Ah! Não há rosas sem espinhos, não no canteiro de Jesus,lá quem quiser ganhar a vida, tem que levar a sua cruz. Neste jardim foi semeada, Rita de Cássia, a rosa-flor, que deixou tudo nesta vida, porque entendeu o que é o amor!
Nem sofrimentos e família, desiludiu a decisão,
seguir somente Jesus Cristo, jamais trair seu coração. Foste a rosa preferida, ó Santa Rita de Jesus! Ensinas-me lição de vida! Sofrer, amar, levando a cruz.” Na amarga vida ó Santa Rita, quem sabe amar, sabe sofrer. E no silêncio que tortura, aprende a arte de viver. O teu semblante refletia da tua vida o esplendor,
a luz brilhante da alegria, de expressar nosso Senhor. O teu perfume tão divino faz nosso povo então sonhar. Mesmo sofrendo nesta vida, só é feliz quem sabe amar. Santa mulher dos impossíveis, abençoa as nossas rosas.
Para os momentos mais difíceis, que sejam flores milagrosas. Rémedio para as nossas dores, bálsamo para o coração.
E quando houver desamores, entre os casais haja união. Dá-nos o teu Jesus querido, pra que possamos caminhar. E abraçando a nossa cruz, também possamos nos salvar.
Anna Rebello

ORAÇÃO do PODER







“Jesus louvo e bendigo a Ti, pois sei que não faz distinção de pessoas e amas a Cada um de nós.
Entrego a Ti o meu coração, a forma como ele se encontra, com todas as alegrias e tristezas, dificuldades, preocupações, também toda esperança e confiança em Vós.
Peço-te que derrames sobre mim, o Teu Espírito Santo, dando-me força, vigor, animando-me em mais um dia da minha vida.
Que a tua Luz Divina consuma o meu coração, guie os meus passos.
Que a plenitude do Teu amor abrase o meu coração, e assim eu possa amar a todos, viver bem o dia de hoje, com paz, confiança e alegria.
Obrigado Jesus por Teu amor, por escutar e acolher a minha oração.
Obrigado pelo Teu Santo Espírito que agora tomou posse do meu coração.
Obrigado Senhor! Amém!”
Anna Rebello

quinta-feira, 28 de julho de 2011

Os três últimos desejos






Os três últimos desejos 
“Conta a lenda que, à beira da morte, Alexandre (O Grande) convocou todos os seus generais e relatou seus três últimos desejos:
Que seu caixão fosse transportado pelas mãos dos médicos da época;
Que fosse espalhado no caminho até seu túmulo os seus tesouros conquistados (prata, ouro, pedras preciosas…);
Que suas duas mãos fossem deixadas balançando no ar, fora do caixão, à vista de todos.
Um dos seus generais, admirado com esses desejos insólitos, perguntou a Alexandre quais as razões. Alexandre explicou:
1º- Quero que os mais iminentes médicos carreguem meu caixão para mostrar que eles NÃO têm poder de cura perante a morte;
2º- Quero que o chão seja coberto pelos meus tesouros para que as pessoas possam ver que os bens materiais aqui conquistados, aqui permanecem;
3º- Quero que minhas mãos balancem ao vento para que as pessoas possam ver que de mãos vazias viemos e de mãos vazias partimos.

Pense nisso…
E que você continue buscando realizar seus sonhos, mas que se lembre de viver intensamente e de usufruir de seus sentimentos e emoções, pois embora as coisas materiais sejam importantes para nós, elas ficam. Já os sentimentos e as emoções nascem conosco e nos acompanharão nas vidas futuras. Esta é a nossa verdadeira propriedade: o que trouxemos quando aqui chegamos e o que levaremos quando daqui partirmos.”

Se alguém lhe fechar a porta







"Se alguém lhe fechar a porta, não gaste energia com o confronto,
procure as janelas. Lembre-se da sabedoria da água: a água nunca discute
com seus obstáculos, mas os contorna."

Querido Deus,para a pessoa que está lendo.
 Ajude-a a viver a vida  ao máximo. Por favor, promova-a e
faça-a superar todas as expectativas. Ajude-a a brilhar nos lugares mais
obscuros onde é impossível amar. Proteja-a o tempo todo e erga-a quando
ela mais precisar de ti, fazendo-a saber que caminhando contigo, Ela
estará sempre segura.

Almoço com Deus


























Almoço com Deus...
Um menino queria conhecer Deus.
Sabia que teria que fazer uma grande viagem para chegar aonde Ele vive; por isso, guardou na sua maleta pastéis de chocolate e refrescos de fruta…
E começou a sua viagem. Quando tinha caminhado durante umas horas, encontrou-se com uma velhinha.
Estava sentada num banco do parque, sozinha, a contemplar silenciosamente umas pombas que bicavam migalhas de pão que ela lhes atirava. O menino sentou-se junto dela e abriu a sua maleta.
Começou a beber um dos seus refrescos, quando notou que a velhinha o olhava; então, ofereceu-lhe um refresco. Ela, agradecendo, aceitou-o e sorriu. O seu sorriso era muito belo, tanto que o menino quiz vê-lo de novo; para isso, ofereceu-lhe um dos seus pastéis.
De novo, ela sorriu. O menino estava encantado; e ficou, durante toda a tarde, junto dela, comendo e sorrindo, mesmo sem dizer qualquer palavra. Quando escureceu, o menino levantou-se para ir embora.
Deu alguns passos, mas logo se parou; voltou atrás, correu para a velhinha e abraçou-a.
Ela, depois de o abraçar, dedicou-lhe o maior sorriso da sua vida. Quando o menino chegou a casa, a sua mãe ficou surpreendida com o rosto de felicidade que ele manifestava.
Então, perguntou-lhe:
“Filho, que   fizeste hoje para vires tão feliz?".
O menino respondeu-lhe:        
"Hoje almocei com Deus!"...
E, antes que sua mãe reagisse, acrescentou:
“E - sabes? - Tem o sorriso mais belo como nunca vi!" Entretanto, a velhinha, também radiante de felicidade, regressou a sua casa.
     O seu filho, ao vê-la, ficou  surpreendido com a expressão de paz que se reflectia no seu rosto, e perguntou-lhe:
      "Mamã, que fizeste hoje que vens tão feliz?”
     A velhinha respondeu-lhe:
      "Comi pastéis de chocolate com Deus, no parque!”
     E, antes que o filho lhe respondesse, acrescentou:
     “E - sabes? - é mais jovem do que eu pensava!"

CONCLUSÃO:
Com frequência, não  damos valor à importância de um abraço,
de uma  palmadinha nas costas, de um sorriso sincero, de uma palavra de alento, de um ouvido que escuta, de un cumprimento sincero, ou do acto mais insignificante de preocupação amiga...
     Porém, todos esses  pormenores têm o mágico poder de  mudar a tua vida ou a dos outros, de lhe causar uma grande reviravolta e de lhe transmitir a felicidade. Todas as pessoas chegam às nossas vidas por uma qualquer razão, seja apenas durante um certo tempo ou seja para toda uma vida.
                              Recebe-as a todas por igual!

    AH! NÃO TE ESQUEÇAS DE ALMOÇAR SEMPRE COM DEUS!...
E, se o desejares, indique esta mensagem às pessoas que marcaram a tua vida  de um modo especial, qualquer que ele tenha sido…
numa  situação fogaz da tua existência
ou com efeitos em toda a tua  vida… 

segunda-feira, 25 de julho de 2011

MENSAGEM - Pe. Marcelo Rossi






Tem pão velho?
Era um fim de tarde de domingo, a pessoa estava molhando o jardim da casa quando foi interpelada por um
garotinho com pouco mais de Nove anos, dizendo:
Tem pão velho?
Essa coisa de pedir pão velho sempre me incomodou desde criança.
Na adolescência descobri que pedir pão velho era dizer:
me dá o pão que era meu e ficou na sua casa.
Olhei para aquela criança tão nostálgica e perguntei:
 Onde você mora?
- Depois do zoológico. - Bem longe, hein! - É... mas eu tenho que pedir as coisas para comer. - Você está na escola? - Não. Minha mãe não pode comprar material. - Seu pai mora com vocês? - Ele sumiu.
E o papo prosseguiu, até que eu lhe disse:
 Vou buscar o pão, serve pão novo? - Não precisa não, a Senhora já conversou comigo!
Esta resposta caiu como um raio.
Eu tive a sensação de ter absorvida de toda a solidão e a falta de amor desta criança.
Deste menino de apenas Nove anos, já sem sonhos, sem brinquedos, sem comida, sem escola e tão necessitado
de um papo, de uma conversa amiga.
Que poder tem o gesto de falar e escutar com amor!
Alguns anos já se passaram e continuam pedindo "pão velho" na minha casa e eu dando "pão novo",
mas procurando antes compartilhar o pão das pequenas conversas, o pão dos gestos que acolhem e promovem.


Este pão de amor-Ágape não fica velho, porque é fabricado no coração.
O Ágape nos faz entender em pequenos gestos, em pequenas palavras no Ágape, no amor generoso,
no amor doação, você transforma vidas.


"Deus, nosso Divino Pai e Criador, por favor, ande pela minha  casa e tire todas as minhas preocupações e doenças e por favor vigie e  cure a minha família." 
Amém 

MENSAGEM






Imagine...que um Anjo de Deus está ao seu lado neste momento...  Silêncio...Mantenha-se tranquilo e pense em todos os problemas que gostaria de solucionar. Tudo que te angustia, que te faz chorar,te oprime, te preocupa, te deixa triste. Deixe de ter medo do futuro, de equivocar-se, de escolher um caminho errado...
Pense agora em tudo isso... Abra o seu coração e imagine-se entregando tudo isso a Deus.
Coloque suas mãos em posição de entrega. Imagine-se entregando tudo agora, como quem entrega um saco bem pesado a outra pessoa para que o leve.  Agora, imagine tudo de bom
que você quer que aconteça, ou que já tenha acontecido na sua vida. Momentos de felicidade, de amizade, de carinho, de paz, de amor. Imagine-se colocando tudo isso em suas mãos,  e faça um gesto de estar guardando em seu coração,como se guardasse uma jóia numa caixa. Guarde esse tesouro bem dentro de você, e dê “Graças”, com muita fé, de coração. Agradeça...por tudo de bom que virá e por tudo de mal que irá embora. Conte até  três e respire bem fundo. Agora... imagine que o Anjo voou e está levando as suas orações até Deus.
E que DEUS te abençoe...
Hoje e Sempre!

A Prece


































A prece é uma invocação, mediante a qual o homem entra, pelo pensamento, em comunicação com o ser a quem se dirige. Pode ter por objeto um pedido, um agradecimento, ou uma glorificação. Podemos orar por nós mesmos ou por outrem, pelos vivos ou pelos mortos. As preces feitas a Deus escutam-nas os Espíritos incumbidos da execução de suas vontades; as que se dirigem aos bons Espíritos são reportadas a Deus. Quando alguém ora a outros seres que não a Deus, fá-lo recorrendo a intermediários, a intercessores, porquanto nada sucede sem a vontade de Deus.
O Espiritismo torna compreensível a ação da prece, explicando o modo de transmissão do pensamento, quer no caso em que o ser a quem oramos acuda ao nosso apelo, quer no em que apenas lhe chegue o nosso pensamento. Para apreendermos o que ocorre em tal circunstância, precisamos conceber mergulhados no fluido universal, que ocupa o espaço, todos os seres, encarnados e desencarnados, tal qual nos achamos, neste mundo, dentro da atmosfera. Esse fluido recebe da vontade uma impulsão; ele é o veículo do pensamento, como o ar o é do som, com a diferença de que as vibrações do ar são circunscritas, ao passo que as do fluido universal se estendem ao infinito. Dirigido, pois, o pensamento para um ser qualquer, na Terra ou no espaço, de encarnado para desencarnado, ou vice-versa, uma corrente fluídica se estabelece entre um e outro, transmitindo de um ao outro o pensamento, como o ar transmite o som.
A energia da corrente guarda proporção com a do pensamento e da vontade. É assim que os Espíritos ouvem a prece que lhes é dirigida, qualquer que seja o lugar onde se encontrem; é assim que os Espíritos se comunicam entre si, que nos transmitem suas inspirações, que relações se estabelecem a distância entre encarnados.
Essa explicação vai, sobretudo, com vistas aos que não compreendem a utilidade da prece puramente mística. Não tem por fim materializar a prece, mas tornar-lhe inteligíveis os efeitos, mostrando que pode exercer ação direta e efetiva. Nem por isso deixa essa ação de estar subordinada à vontade de Deus, juiz supremo em todas as coisas, único apto a torná-la eficaz.
Pela prece, obtém o homem o concurso dos bons Espíritos que acorrem a sustentá-lo em suas boas resoluções e a inspirar-lhe idéias sãs. Ele adquire, desse modo, a força moral necessária a vencer as dificuldades e a volver ao caminho reto, se deste se afastou. Por esse meio, pode também desviar de si os males que atrairia pelas suas próprias faltas. Um homem, por exemplo, vê arruinada a sua saúde, em conseqüência de excessos a que se entregou, e arrasta, até o termo de seus dias, uma vida de sofrimento: terá ele o direito de queixar-se, se não obtiver a cura que deseja? Não, pois que houvera podido encontrar na prece a força de resistir às tentações.

(Fonte: O Evangelho segundo o Espiritismo, cap. XXVII, itens 9 a 11.)

domingo, 24 de julho de 2011

A opção da simplicidade






Muitas pessoas reclamam da correria de suas vidas. Acham que têm compromissos demais e culpam a complexidade do mundo moderno. Entretanto, inúmeras delas multiplicam suas tarefas sem real necessidade. Viver com simplicidade é uma opção que se faz. Muitas das coisas consideradas imprescindíveis à vida, na realidade, são supérfluas. A rigor, enquanto buscam coisas, as criaturas se esquecem da vida em si. Angustiadas por múltiplos compromissos, não refletem sobre sua realidade íntima. Olvidam do que gostam, não pensam no que lhes traz paz, enquanto sufocam em buscas vâs. De que adianta ganhar o mundo e perder-se a si próprio? Se a criatura não tomar cuidado, ter e parecer podem tomar o lugar do ser. Ninguém necessita trocar de carro constantemente, ter incontáveis sapatos, sair todo final de semana. É possível reduzir a própria agitação, conter o consumismo e redescobrir a simplicidade. O simples é aquele que não simula ser o que não é, que não dá demasiada importância a sua imagem, ao que os outros dizem ou pensam dele. A pessoa simples não calcula os resultados de cada gesto, não tem artimanhas e nem segundas intenções. Ela experiencia a alegria de ser, apenas. Não se trata de levar uma vida inconsciente, mas de reencontrar a própria infância. Mas uma infância como virtude, não como estágio da vida. Uma infância que não se angustia com as dúvidas de quem ainda tem tudo por fazer e conhecer. A simplicidade não ignora, apenas aprendeu a valorizar o essencial. Os pequenos prazeres da vida, uma conversa interessante, olhar as estrelas, andar de mãos dadas, tomar sorvete... Tudo isso compõe a simplicidade do existir. Não é necessário ter muito dinheiro ou ser importante para ser feliz. Mas é difícil ter felicidade sem tempo para fazer o que se gosta. Não há nada de errado com o dinheiro ou o sucesso. É bom e importante trabalhar, estudar e aperfeiçoar-se. Progredir sempre é uma necessidade humana. Mas isso não implica viver angustiado, enquanto se tenta dar cabo de infinitas atividades. Se o preço do sucesso for ausência de paz, talvez ele não valha a pena. As coisas sempre ficam para trás, mais cedo ou mais tarde. Mas há tesouros imateriais que jamais se esgotam. As amizades genuínas, um amor cultivado, a serenidade e a paz de espírito são alguns deles. Preste atenção em como você gasta seu tempo. Analise as coisas que valoriza e veja se muitas delas não são apenas um peso desnecessário em sua existência. Experimente desapegar-se dos excessos. Ao optar pela simplicidade, talvez redescubra a alegria de viver.

Pense nisso !!!!!
“Procure ser uma pessoa de valor, em vez de procurar ser uma pessoa de sucesso. O sucesso é só conseqüência.”
(Albert Eistein)

sábado, 23 de julho de 2011

Malaquias

Malaquias 3:3 diz:
"E assentar-se-á como fundidor e purificador de prata..."
Esse versículo bíblico intrigou umas mulheres de um estudo bíblico e elas ficaram pensando o que essa afirmação significava em relação ao caráter e à natureza de Deus.  Uma delas ofereceu-se para descobrir sobre o processo de refinamento da prata para o próximo estudo bíblico. Naquela semana, a mulher ligou para um ourives e marcou um horário para assisti-lo trabalhar. Ela não mencionou a razão do seu interesse e só disse estar curiosa para conhecer o processo. Ela foi assisti-lo. Ele pegou um pedaço de prata e o segurou sobre o fogo, deixando-o esquentar.  Ele explicou que, no refinamento da prata, é preciso que se segure a mesma bem no centro da chama, onde é mais quente e queima-se as impurezas.  A mulher pensou sobre Deus, que às vezes, segura-nos em situações 'quentes' e pensou novamente no versículo: 'E assentar-se-á como fundidor e purificador de prata...'  Ela perguntou para o artesão se ele tinha mesmo que ficar sentado o tempo todo na frente do fogo enquanto a p rata estava sendo refinada.  Ele disse que sim; que não somente ele tinha que ficar lá, segurando a prata, mas que ele tinha que, também, manter seus olhos na mesma o tempo todo que ela estivesse nas chamas. Se a prata ficasse um minuto a mais no fogo, seria destruída.  A mulher ficou em silêncio por um momento. Então, ela perguntou: 'Como você sabe quando a prata está totalmente refinada?'
Ele sorriu e disse:   'Ah, isso é fácil...
É quando eu vejo minha imagem nela.'
Se hoje você está sentindo o calor do fogo, lembre-se que os olhos de Deus estão sobre você e que Ele vai ficar cuidando de você até que Ele veja Sua imagem em você.
 Provavelmente, existe alguém que precisa saber que Deus está cuidando dele. E, seja o que for que estiverem passando, eles sairão 'refinados